Inteligência Artificial
IA no varejo em 2026
Como a IA está redefinindo o varejo em 2025 e 2026.

IA no Varejo em 2026: Como Não Ficar Para Trás Enquanto a Concorrência Cresce

IA no varejo: entenda as 4 dimensões que estão transformando vendas, operação e experiência em 2025. Como começar sem ser uma empresa gigante.

Pois é. Você está aqui porque provavelmente já ouviu falar que "inteligência artificial vai revolucionar o varejo". Ouviu em alguma conferência, num artigo que rolou no LinkedIn, talvez até num e-mail de alguma consultoria ou conteúdo da internet.

E aí você pensa: "Beleza, mas o que isso significa na prática? Por onde eu começo?"

Essa pergunta é exatamente onde a maioria dos varejistas fica presa, ou nem sequer se perguntam por aquilo. Por que? Então, a maioria dos usos de IA no varejo são terrivelmente superficiais ou até mesmo nula. Desde listas enormes de produtos, tendências, buzzwords, descontos, chat de atendimento, sistema de feedbacks, machine learning, etc, na qual não tem um sistema implementado com IA que otimize essas áreas. Ou seja, se você é varejista, pergunte-se se você tem um sistema inteligente que realmente explica o que muda no seu dia a dia, como o seu cliente sente isso, ou por que você deveria estar preocupado em certas áreas, quais são os produtos que estão em tendência, quais são as dores recentes ou as necessidades do seu cliente agora.

Então vamos fazer diferente aqui.

O Mercado Não Está Esperando Por Você (E Isso Não É Dramatização)

Deixa eu começar com um número que provavelmente vai incomodar um pouco: Segundo a NVIDIA 89% dos varejistas (de grandes empresas) já estão usando e testando projetos de IA. Obviamente esse número não reflete o contexto brasileiro, porém, isso é uma vantagem para se destacar no mercado, sobretudo no sentido de adotar essas novas tecnologias e implementá-las na experiência que você oferece para o seu cliente. E ao mesmo tempo, os insights que você pode analisar graças a essas ferramentas, permitem com que empresários, líderes de equipe, consigam monitorar continuamente e pensar em novas soluções e ideias que permitam otimizar ainda mais o seu trabalho e aumentar a produtividade e novas soluções e propostas para a sua empresa. E o melhor de tudo, a diferença de anos atrás, hoje em dia estão surgindo muitas soluções a diversas dores de negócios a partir de desenvolvedores e empresários criando SaaS que estão ao alcance de qualquer empresário hoje.

Vamos seguir pensando a partir da pesquisa feita pela NVIDIA. Oito em cada dez do seu tamanho ou maior já se movimentaram. E aqueles que se mexeram? Reportam aumento de receita (87% deles), redução de custos (94%) e planejam investir ainda mais nos próximos 24 meses (97% deles).

Agora, você pode estar pensando: "Beleza, mas são números de big retailers, tipo Walmart. Não é comigo..."

Aí é que você se engana (e eu tenho que ser honesto com você sobre isso).

Esses números vêm de um estudo da Nvidia que está cobrindo desde grandes redes até médias empresas. E sim, tá aí. O mercado está se movimentando. E não devagar.

O mercado global de IA no varejo? Saiu de US$ 5,5 bilhões em 2022 pra... bem, a projeção é US$ 55,5 bilhões até 2030. Mais de 900% de crescimento. Ou seja, se você esperar, essa onda passa e você fica para trás. Simples assim.

Mas Aqui Está o Problema: Ninguém Realmente Sabe Por Onde Começar

Isso porque IA em varejo não é uma única coisa. Não é só "colocar um chatbot e pronto". Longe disso.

A National Retail Federation (que basicamente é o Bible da indústria de varejo) mapeou isso em quatro dimensões estratégicas que se conectam. E aqui está o legal: compreender essas quatro dimensões é basicamente ter um mapa do que funciona e como.

Quando começamos a estudar isso na nossa equipe, achamos que seria mais simples. Tipo "IA para recomendação" ou "IA para chatbot". Mas não. É muito mais sofisticado que isso. Deixa eu decompor para você.

Dimensões de IA no varejo
A IA no varejo opera em múltiplas dimensões.

Dimensão 1: Criando Novos Negócios (Não Apenas Otimizando Os Antigos)

Sabe aquele seu catálogo de produtos que você vende? Pois bem, a IA permite que você monetize aquele espaço de forma completamente nova.

Retail media é o termo chique, mas o conceito é simples: sua plataforma (loja online, app) vira um lugar onde marcas pagam para seus produtos serem vistos. E não é aquele banner desajeitado lá embaixo. É uma coisa bem mais inteligente.

Imagine isso: um cliente está navegando procurando fralda de bebê no seu e-commerce. A IA vê que ele está naquele momento de decisão (intenção máxima de compra). Ela sabe do histórico dele, que ele tem bebê de 6 meses, que ele sempre procura por promoção. Então qual marca de fralda aparece para ele? A que pagou para aparecer? Sim. Mas de forma que faz sentido para o cliente, não como propaganda intrusiva.

É por isso que o Walmart transformou seu programa de publicidade (Walmart Connect) em bilhões. Não é mágica. É IA sendo inteligente sobre quando e para quem mostrar o quê.

Agora tem desenvolvimento de produtos com IA. Aqui a coisa fica ainda mais interessante.

Seu sistema de IA não está só esperando as vendas acontecerem. Ele está analisando silenciosamente:

  • O que as pessoas buscam mas não acham no seu catálogo
  • O que as pessoas comentam no TikTok, Instagram, reviews
  • Quais categorias estão aquecendo mas ainda sub ofertadas

Aí vem alguém (um gestor, talvez) e diz: "Ei, nosso sistema está captando que tem demanda reprimida por produtos de sustentabilidade na categoria de higiene pessoal. Especialmente entre mulheres de 25-40 anos em grandes centros."

Isso muda tudo. Porque agora você sabe exatamente em que desenvolver, em que quantidade, para qual público. Não é achismo. Não é, “achei legal". São dados.

Dimensão 2: As Operações Que Trabalham Enquanto Você Dorme

OK, agora vem a parte que realmente afeta seu dia a dia.

Descrição de Produtos: você tem alguém escrevendo descrição para cada produto? Aquela descrição estática que nunca muda? Pois bem, esqueça.

IA generativa permite que a descrição se adapte em tempo real. Sério mesmo.

Um cliente que historicamente busca por "especificação técnica, watts, voltagem"? Ele vê uma descrição que começa com: "Motor de 1200W, voltagem 110/220V, com tecnologia XYZ que reduz 40% do consumo de energia..."

Outro cliente que não entende nada de técnica mas ama praticidade? Ele vê: "Praticamente invencível. Liga, funciona, não dá manutenção. Seu tempo é precioso demais pra gastar com enrolação."

Mesma descrição? Não. Mesma IA? Sim. Mesmo produto? Óbvio.

Depois tem análise de dados que realmente importa. A maioria das empresas tem analytics, certo? Analisam quantas pessoas entraram no site, quanto gastaram, onde saíram.

Mas e se você pudesse saber por quê em tempo real? Por que aquela promoção não pegou? Por que aquele layout vendeu 30% menos? Não num relatório semanal mas agora. Ou seja, IA processando fluxo contínuo de dados consegue falar: "Ei, essa categoria tá caindo porque a concorrência baixou 15%. Quer que a gente reprise automaticamente ou quer revisar?"

IA Agêntica é o próximo passo (e aí fica meio assustador, mas de um jeito bom).

Sistemas que não só analisam, mas executam. Agentes que:

  • Reajustam preços automaticamente sem você fazer nada
  • Criam variações de email para diferentes segmentos e escolhem qual enviar baseado em probabilidade
  • Realizam orçamento de marketing entre campanhas conforme performance

Você acorda, toma café, e a IA já resolveu três problemas que você teria que passar horas debugando.

Dimensão 3: A Cadeia de Suprimentos Que Finalmente Faz Sentido

Esse é talvez o lugar onde a IA reduz mais dor mesmo.

Previsão de Demanda: OK, você encomenda 1000 unidades de um produto, você vende 500 restando outros 500 perdendo dinheiro, ou diminuindo o valor dele ou aumentando, mas imagina com produtos não duráveis. Ou também um outro caso seria uma encomenda de 500 e a demanda era 1000. Perde venda, perde cliente para concorrência.

Aí a IA entra e basicamente diz: "Nessa semana do ano, nessa categoria, considerando tendência histórica, eventos (tem Dia das Crianças vindo, Ano novo, etc), clima (vai fazer mais frio, pessoas comprando casaco), posts virais que tão surgindo, e outras variáveis importantes... meu chute é 742 unidades. Posso estar errado em menos de 5%."

Não é magia. É padrão. Cada empresa que implementa bem consegue reduzir a ruptura (falta de estoque) em 10-20%. E reduz inventário excessivo em 15-30%.

Colocar isso em números de real: uma varejista de porte médio que faz R$10 milhões/ano consegue liberar R$500 mil a R$1 milhão em capital que estava congelado em estoque desnecessário. Isso é dinheiro real que volta pro seu bolso ou pode ser reinvestido, ou seja, Mitigação de lacunas é o lado defensivo.

IA monitora fornecedores (tá em dificuldade? Histórico de atrasos?), portos (tá congestionado?) clima (risco de tempestade na região de origem?). Antes que o problema vire crise, você já sabe que precisa diversificar, pré-posicionar estoque, ou renegociar.

Qual é a vantagem? Você dorme tranquilo sabendo que se algo der errado com um fornecedor, você já tem alternativa. Não é surpresa. Não é emergência. É prevenção.

Previsão de demanda e cadeia de suprimentos
IA reduz ruptura, excesso de estoque e aumenta previsibilidade logística.

Dimensão 4: E Aqui Fica Pessoal (Literalmente, Para Cada Cliente)

Essa é a que seu cliente realmente sente. Hiperpersonalização.

Cada cliente vê uma loja diferente, e isso é verdade em alguns varejos hoje.

Você e seu vizinho entram no mesmo e-commerce. Vocês veem coisas diferentes. Ordenação diferente, promoções diferentes, até layout visual pode variar. Por quê? Porque a IA aprendeu:

  • Você compra premium, seu vizinho procura deal
  • Você lê as especificações toda, ele só vê imagem e preço
  • Você compra no final do mês (ciclo de pagamento), ele espalha ao longo do período

Isso afeta a conversão de forma tangível. Clientes que são realmente "entendidos" pela plataforma compram mais. Simples.

Tem um exemplo que achei legal: um cliente novo, sem histórico, é meio problema, certo? IA não tem dados dele.

Mas aí ela é inteligente: "Esse cliente tem características demográficas similares a outros. E esses outros geralmente compram X, Y, Z."

Bingo. Recomendação relevante mesmo com zero histórico.

Por outro lado também tem a Pesquisa Contextualizada que é outra que se confunde mas é simples.

Você digita no Google: "tênis para correr com problema no joelho."

Google retorna páginas sobre tênis. Fim.

IA em varejo entende: "Ah, esse cara pode estar procurando um tênis específico, ou pode estar procurando sobre como proteger o joelho, ou ambos. E ele provavelmente não vai comprar o mais caro. Vou mostrar opções mid-range com foco em suporte."

É contextualização. É interpretação. Não é só match de palavra.

Ao mesmo tempo, também podemos ver o sistema de Capacitação da Força de Trabalho. E aquela dimensão que ninguém fala mas deveria. Por exemplo:

Seu vendedor na loja recebe um "card" do IA na frente da caixa: "Esse cliente comprou meias três meses atrás. Hoje, se não comprar nada relacionado a pés, força uma recomendação."

Seu atendente em call center vê na tela: "Cliente está irritado. Historicamente responde bem a 'deixa comigo que resolve', não a 'let me check'. Da mesma maneira, seu gestor de categoria recebe alerta às 2 da manhã: "Categoria X caiu 23%. Causa provável: concorrência fez promoção overnight." Ou seja, você tem a IA trabalhando como parceira (não ferramenta passiva) são muito mais efetivas em certas áreas e tarefas da empresa. Porque IA tira o trabalho chato (pesquisar contexto, organizar dados) e deixa o humano focar no que humano faz bem: julgamento, empatia, criatividade.

Agora a Realidade: Aplicações Que Estão Funcionando Agora

Tudo que eu falei acima é lindo em teoria. Mas funciona?

Sim. E deixa eu mostrar alguns exemplos reais.

Chatbots que Realmente Conversam (Não Aquele Robô Chato)

Sabe aquele chatbot que fica repetindo "desculpe, não entendi"? Morreu. Ninguém usa mais.

O que existe agora são consultores virtuais. E é diferente.

Um cliente liga dizendo "Comprei um ar-condicionado aí há 3 meses, a gente tá tendo problema de barulho."

O consultor virtual (que é IA conversando mas você não sabe) imediatamente faz:

  • Buscar o histórico do cliente automaticamente (número do pedido, data, modelo)
  • Saber que barulho em AR-condicionado nesse modelo especialmente pode ser X, Y ou Z pesquisando na internet
  • Oferece três soluções: reset (70% resolve), limpeza de filtro (20%), troca (10%)
  • Se o cliente tentar reset e não funcionar, já escala para o técnico com contexto completo do problema, ou seja, nem precisando repetir história completa a um outro setor da empresa, por exemplo.

Resultado? As chamadas de atendimento caem 30-40%. Satisfação dos clientes sobe (porque foi resolvido rápido, sem chatbot chato). O custo operacional é menor.

Todos ganham.

IA Multimodal: Quando Inteligência Entende Várias Linguagens

OK, essa é futura demais? Talvez. Mas já tá acontecendo.

Por exemplo, um cliente em loja física vê um produto, tira foto com o celular. A app (alimentada por IA multimodal) vê a foto, entender qual produto é e mostra:

  • Preço online vs offline
  • Especificações
  • Reviews
  • Recomendações relacionadas
  • Se tem mais em estoque em outra loja

Tudo em segundos. Tudo baseado numa foto.

Isso aumenta a probabilidade de venda porque reduz fricção. O cliente não precisa sair da loja para pesquisar. A informação vem até ele na comodidade do seu telefone. Sobretudo em casos de grandes lojas varejistas na qual o preço não está na loja física, porém no site web oficial tem.

Realidade Aumentada: Compra Sem Risco

Poltrona é um problema porque você não sabe como fica no seu espaço, certo?

IA + RA (Realidade Aumentada) resolve isso. Cliente aponta câmera do celular para o canto da sala dele, vê a poltrona em 3D naquele exato lugar. Com as cores certas. Com proporções reais.

Agora ele compra com segurança, não devolve. E a taxa de devolução pode cair 20-30% garantindo mais probabilidades de fechar mais vendas de produtos.

Comércio Conversacional: Compra que é Conversa

"Oi, tenho 500 reais, quero algo para escritório, confortável para sentar 8 horas por dia."

Em vez de navegar 20 páginas, o cliente conversa com um chat ou com um humano a partir de uma conversa natural. Sobretudo em casos quando a pessoa não tem muito conhecimento do que ele procura.

Varejistas que implementaram WhatsApp integrado com catálogo reportam conversão 30% maior que links tradicionais.

Aplicações reais de IA no varejo
Chatbots inteligentes, multimodalidade e RA já transformam a experiência de compra.

O Lado Chato: Por Que a Maioria Falha (E Como Não Ser Essa Maioria)

Aqui é onde preciso ser verdadeiro com você.

57% dos líderes de varejo ainda não têm cultura de IA, ou melhor dito, Letramento de Inteligência Artificial.

Isso não é porque IA é difícil. É porque a cultura, o conhecimento, as possibilidades grandes que dá para fazer com essa tecnologia é difícil de entender. Ou seja, você pode comprar a ferramenta mais cara do mundo, mas se sua equipe não confia em dados, se seu gestor prefere "achismo", se você não tem arquitetura de dados minimamente decente... vai falhar. Não na semana 1. Mas vai falhar.

Vimos uma empresa grande tentar "forçar" implementação de previsão de demanda com IA. Dados ruins (sistemas legados não conversavam) por problemas internos, equipe desconfiada ("IA pode estar errada, eu prefiro meu feeling"), liderança impaciente ("pra quê gastar com isso?").

Resultado? O projeto falhou em 4 meses.

A solução (que ninguém quer ouvir porque é chata):

Avaliar seus dados: Que dados você tem? Estão limpos? Estão centralizados? Se a resposta é "não sei" em duas dessas, aí tá o seu problema, e é o ponto de partida para desenvolver a tecnologia na sua empresa. É como qualquer outra, uma vez instalada ela sempre vai dar erros, com certeza, e é por isso que o processo é o mais importante para que as equipes, conscientes da transição, consigam verificar os dados constantemente para chegar num ponto onde a probabilidade de erro diminua para um valor saudável para a operação e a construção de insights.

Começar pequeno: Não tente transformar tudo. Comece com 2-3 pilotos. Chatbot para WhatsApp, um outro para recomendação de email e outro para previsão de categorias top 20%.

Treinar gente: Não é o projeto que falha. São as pessoas que operam o projeto que não entendem o que tá acontecendo.

2030 e Além: O Mundo Onde Agentes Inteligentes Competem Por Você

Isso é bem futurista, mas deixa eu preparar você paro que tá vindo.

Até 2030, sistemas de IA capazes de fazer recomendações, processar pedidos, sugerir produtos vão ser uma commodity. Todo mundo vai ter acesso. Provavelmente vai custar praticamente nada.

Aí qual é a vantagem?

Quando agentes inteligentes conseguem acessar produtos de 50 varejistas diferentes, qual deles vão recomendar?

Aquele que tem:

  • Dados de qualidade: Estruturados, limpos, compreensíveis para IA
  • Conteúdo bem estruturado: Descrições não em prosa poética, mas em dados que máquinas entendem
  • SEO para agentes: Otimização não para humano lendo na tela, mas para máquina interpretando no backend
  • Produto melhor: Porque aí sim, IA vai recomendar

Se você não se preparar agora, em 2027, 2028, você está encrencado.

Futuro da IA até 2030
Até 2030, agentes inteligentes decidirão que varejistas ganham — e quem fica invisível.

Começa Hoje: Um Roteiro Que Funciona

Próximos 6 meses:

  • Faça um audit: Você tem dados? Estão onde? Estão bons?
  • Escolha 2-3 pilotos pequenos (ex: chatbot WhatsApp, recomendação em email)
  • Treine sua equipe (nem que seja um workshop de 2 dias) ou contrate um SaaS como a nossa com equipes já especializadas em soluções para empresas desse tipo.

6-18 meses:

  • Escale os pilotos que funcionaram
  • Invista em infraestrutura de dados (Data Warehouse, não provisório)
  • Comece a pensar em omnicanalidade (online + offline + mobile conectados)

18+ meses:

  • Integre IA em toda cadeia (desenvolvimento, pricing, recomendação, logística)
  • Prepare-se para 2030 onde agentes são moeda de troca

Optmable: Quando IA Encontra Empreendedor Pronto Para Crescer

Você leu tudo isso e provavelmente pensou: "Tá legal, mas por onde eu realmente começo? Não tenho time de cientista de dados, não tenho orçamento para Google Cloud..."

Aí entra a Optmable.

Ela não é só mais uma ferramenta. É um ecossistema completo de otimização em constante desenvolvimento pensado para quem quer crescimento rentável e escalável para operar.

Aqui o que muda:

  • Workflows inteligentes: Automações complexas programadas por uma equipe de expertos da área. Chatbot, previsão de demanda, recomendação, tudo visualmente, sem código com planos mensais, ou serviços personalizados.
  • Dashboards que falam português: Dados complexos viram insight acionável. Você vê "categoria X caindo por causa da Y concorrência. Ação sugerida: repri?"
  • Análise de dados empresariais: Não é o Google Analytics genérico. É específico para o seu negócio. Para seu tipo de cliente.
  • Automação inteligente: Desde email marketing, tudo funciona enquanto você dorme.

Crescimento rentável e escalável não é teórico. É sistemático. Quanto mais dados você coleta, mais inteligente IA fica. Quanto mais inteligente IA fica, melhor sua operação. Quanto melhor sua operação, mais volume. Quanto mais volume, mais dados, ou seja:

É virtuous cycle.

A missão da Optmable? Capacitar empresários para serem protagonistas da otimização própria. Não é "terceirizar para consultoria". É "eu consigo enxergar meu negócio, entender dados dele, e tomar decisão inteligente".

Isso é empoderamento empresarial. Isso é inovação democratizada.

Se você é PME e tá cansado de "ah, IA é pra grandes" ou "IA custa milhões"... converse com a Optmable.

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